Camisa Retrô Atlético Mineiro I 2016/17: o Manto Dryworld da Era Robinho
A Camisa Retrô Atlético Mineiro I 2016/17 representa um capítulo bastante particular da história recente do Galo. O tradicional manto preto e branco ganhou uma nova interpretação em 2016 com a chegada da Dryworld, fornecedora canadense que assumiu os uniformes atleticanos e apresentou sua primeira coleção para o clube em fevereiro daquele ano.
Dentro de campo, a camisa ficou associada a uma equipe repleta de nomes conhecidos, como Victor, Leonardo Silva, Marcos Rocha, Rafael Carioca, Cazares, Lucas Pratto, Robinho e Fred. O Atlético disputou Libertadores, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Campeonato Mineiro em uma temporada de campanhas importantes.
O tradicional manto alvinegro em 2016
A Camisa I preservou aquilo que imediatamente identifica o Atlético Mineiro: as tradicionais listras verticais pretas e brancas.
No modelo de 2016, entretanto, a Dryworld trabalhou com o preto de maneira bastante dominante. As listras aparecem principalmente na região frontal, enquanto mangas e ombros são predominantemente pretos.
O resultado combina a identidade histórica do Galo com uma estética própria da primeira coleção produzida pela nova fornecedora.
A estreia da Dryworld no Atlético Mineiro
2016 marcou uma importante mudança de fornecedora esportiva. A Dryworld assumiu a produção dos uniformes do Atlético e apresentou oficialmente sua primeira coleção para o clube em fevereiro.
A parceria fez do Galo uma das principais vitrines da então nova marca canadense no futebol brasileiro.
A estreia do novo uniforme aconteceu justamente no início da campanha atleticana na Copa Libertadores de 2016.
Robinho apresentou o novo manto
A apresentação da coleção ganhou ainda mais repercussão pela presença de Robinho, uma das grandes contratações do Atlético para aquela temporada.
O atacante participou do evento oficial de lançamento e desfilou o uniforme número 1, fazendo com que sua chegada ao clube ficasse imediatamente associada à nova camisa alvinegra.
Essa relação se fortaleceria ao longo do ano, já que Robinho se transformaria em uma das principais referências ofensivas da equipe.
Listras apenas na região frontal
Um dos elementos que diferencia o modelo de outros mantos tradicionais do Atlético é a distribuição das listras.
A combinação preta e branca ganha protagonismo na parte frontal da camisa, enquanto as mangas e os ombros utilizam uma superfície predominantemente preta.
Essa escolha proporciona um aspecto mais escuro ao conjunto sem abandonar a tradicional identidade listrada do Galo.
O desenho das costas
A parte traseira também apresentava uma solução diferente da frente. O preto dominava as costas, acompanhado por uma grande área branca destinada a melhorar a visualização da numeração.
Esse contraste criava uma divisão visual clara entre a frente tradicionalmente listrada e a região posterior predominantemente escura.
É um detalhe característico do uniforme titular atleticano daquela temporada.
“Aqui é Galo” na parte interna da gola
A Dryworld também incorporou elementos diretamente relacionados à identidade do clube.
Na parte interna da gola, a camisa trazia a expressão “Aqui é Galo”, reforçando a ligação do uniforme com a torcida atleticana.
Esse tipo de detalhe ajudava a transformar o modelo em uma camisa específica do Atlético, e não apenas em uma adaptação genérica de um template da fornecedora.
Caixa no centro do uniforme
A Caixa aparecia como patrocinadora principal da camisa e ocupava posição de destaque na região frontal.
Ao lado do escudo do Atlético e da identificação da Dryworld, o patrocínio ajuda a situar imediatamente o uniforme no futebol brasileiro de 2016.
A camisa ainda podia apresentar outros parceiros comerciais de acordo com a competição e o momento da temporada.
A estreia na Libertadores
A nova parceria entre Atlético e Dryworld começou justamente em uma das competições mais importantes para a torcida alvinegra.
O clube anunciou que estrearia o novo uniforme no primeiro jogo da Copa Libertadores de 2016, diante do Melgar, em Arequipa, no Peru.
Assim, desde seus primeiros dias, o novo manto ficou diretamente ligado à campanha continental do Galo.
Atlético Mineiro na Libertadores de 2016
O Galo realizou uma campanha competitiva na Libertadores e avançou até as quartas de final.
Em dez partidas na competição, o Atlético conquistou seis vitórias, dois empates e sofreu duas derrotas, marcando 16 gols e sofrendo sete.
Lucas Pratto terminou como principal goleador atleticano na Libertadores, com quatro gols.
Lucas Pratto e o ataque do Galo
Lucas Pratto já era uma das principais referências ofensivas do Atlético quando a temporada começou.
O argentino vestiu o novo uniforme na campanha da Libertadores e manteve papel importante no ataque alvinegro.
Sua presença, ao lado da chegada de Robinho, dava ao Galo um setor ofensivo de grande destaque no futebol brasileiro daquele período.
A chegada de Robinho
Robinho foi uma das grandes novidades do Atlético em 2016 e rapidamente assumiu protagonismo.
Além de participar do lançamento da coleção Dryworld, o atacante tornou-se o principal goleador do clube considerando todas as competições disputadas ao longo do ano.
Sua primeira temporada no Galo ficou, portanto, profundamente associada a esta geração de uniformes.
Cazares e a criatividade do meio-campo
Juan Cazares foi outro nome importante daquela temporada.
O equatoriano acrescentava criatividade, qualidade técnica e capacidade de finalização ao meio-campo atleticano, tornando-se uma das figuras mais reconhecidas daquela equipe.
Ao lado de jogadores como Rafael Carioca e Leandro Donizete, ajudou a formar um meio-campo de características variadas.
Victor e Leonardo Silva
O elenco ainda preservava dois grandes símbolos das conquistas atleticanas dos anos anteriores: Victor e Leonardo Silva.
Ambos haviam participado da histórica conquista da Copa Libertadores de 2013 e continuavam como referências do Galo em 2016.
A presença desses jogadores conectava a nova camisa Dryworld a uma geração que já ocupava um lugar importante na história do clube.
Marcos Rocha e a base do elenco
Marcos Rocha também seguia como um dos nomes mais identificados com o Atlético daquele período.
O lateral fazia parte de uma estrutura que reunia jogadores remanescentes das grandes campanhas anteriores e novas contratações de peso.
Essa mistura entre continuidade e renovação marcou o elenco alvinegro em 2016.
Fred reforça o Atlético
Ao longo da temporada, o setor ofensivo ganhou outro nome de enorme experiência: Fred.
O atacante chegou ao clube e rapidamente começou a marcar gols, tornando-se uma das principais referências ofensivas do Galo no Campeonato Brasileiro.
Sua presença fez com que a camisa de 2016 também ficasse fortemente associada ao início de sua passagem pelo Atlético.
Fred termina como artilheiro do Brasileirão
O impacto de Fred foi significativo. O atacante encerrou o Campeonato Brasileiro de 2016 com 14 gols e terminou como artilheiro da competição.
O desempenho individual acompanhou uma campanha que colocou o Atlético entre as primeiras posições durante boa parte do campeonato.
O Galo terminou a competição na 4ª colocação e garantiu classificação direta para a fase de grupos da Libertadores seguinte.
Um dos melhores ataques do Campeonato Brasileiro
O poder ofensivo foi uma das marcas do Atlético no Brasileirão.
A equipe terminou a competição com 61 gols marcados e o segundo melhor ataque do campeonato.
A combinação entre Fred, Robinho, Pratto, Cazares e outros nomes ofensivos tornou aquela equipe especialmente lembrada por sua capacidade de criar e marcar gols.
4º lugar no Campeonato Brasileiro
O Atlético encerrou o Brasileirão na 4ª colocação, com 62 pontos.
Foram 17 vitórias, 11 empates e nove derrotas contabilizadas pelo clube, em uma campanha que garantiu ao Galo presença direta na fase de grupos da Copa Libertadores seguinte.
O resultado manteve o Atlético entre os protagonistas do futebol brasileiro daquele período.
Finalista da Copa do Brasil
Além da campanha no Campeonato Brasileiro, o Atlético avançou até a decisão da Copa do Brasil.
O Galo terminou o torneio como vice-campeão, acrescentando outra campanha de mata-mata relevante à temporada.
Lucas Pratto marcou quatro gols na competição e terminou como um dos principais goleadores atleticanos no torneio.
Vice-campeão mineiro
No Campeonato Mineiro, o Atlético também chegou à decisão.
O clube terminou como vice-campeão estadual, enquanto Robinho marcou nove gols durante a campanha e foi a principal referência ofensiva do Galo na competição.
Assim, 2016 terminou sem um dos grandes títulos disputados, mas com o Atlético chegando às fases decisivas de diferentes torneios.
Robinho: o grande goleador do ano
Considerando toda a temporada, Robinho terminou como principal goleador do Atlético.
O atacante marcou 25 gols no ano, consolidando sua primeira temporada com a camisa alvinegra como uma das mais produtivas individualmente.
Isso reforça a ligação entre Robinho e o primeiro uniforme produzido pela Dryworld para o Galo.
Principais características da Camisa Retrô Atlético Mineiro I 2016/17
- Clube: Clube Atlético Mineiro;
- referência histórica principal: temporada 2016;
- modelo: Camisa I / Home / titular;
- versão do produto: Retrô Masculina;
- fornecedora histórica: Dryworld;
- cores predominantes: preto e branco;
- design: tradicionais listras verticais alvinegras na região frontal;
- mangas e ombros: predominantemente pretos;
- detalhe interno: expressão “Aqui é Galo”;
- patrocinador principal histórico: Caixa;
- estreia da coleção: fevereiro de 2016;
- Campeonato Brasileiro: 4º lugar;
- Copa Libertadores: quartas de final;
- Copa do Brasil: vice-campeão;
- Campeonato Mineiro: vice-campeão;
- artilheiro do Brasileirão: Fred, com 14 gols;
- principal goleador do Atlético no ano: Robinho, com 25 gols;
- jogadores associados: Victor, Leonardo Silva, Marcos Rocha, Rafael Carioca, Leandro Donizete, Cazares, Lucas Pratto, Robinho e Fred.
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A versão Retrô Masculina disponível na R9Store recupera o tradicional visual preto e branco do uniforme titular do Atlético Mineiro utilizado na temporada de 2016.
É uma opção para torcedores do Galo, colecionadores de camisas brasileiras e admiradores da geração de Victor, Leonardo Silva, Pratto, Cazares, Robinho e Fred.
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Preta e branca, tradicional e diretamente ligada à chegada da Dryworld ao futebol atleticano, a Camisa I 2016/17 representa uma temporada marcada por grandes nomes no elenco. Robinho, Fred, Pratto, Cazares, Victor e Leonardo Silva fazem parte da história de um manto utilizado pelo Galo em importantes campanhas nacionais e continentais.
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